quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Já há novidades... na nossa Biblioteca!

Para quem, como eu, aprecia um bom mistério, eis uma colecção a não perder: CHERUB!
CHERUB é uma organização inglesa, secreta, que treina crianças e jovens para levarem a cabo missões de espionagem aos mais variados tipos de criminosos: terroristas, assassinos, traficantes de armas, de droga, etc... mas se perguntarem aos organismos governamentais oficiais, a CHERUB não existe!
Pois a grande novidade é que esta colecção já se encontra disponível na Biblioteca da nossa Escola!!!
Não deixem de a requisitar e depois... façam os vossos comentários.
Boas leituras!

sábado, 18 de setembro de 2010

Ano novo... novas leituras

Bem-vindos ao novo ano escolar...
Espero que tenham lido muito nas férias e que tenham sugestões de leituras novas para partilhar!
Vamos a isso?
Boas leituras.

sábado, 3 de abril de 2010

O Livro do mês - Abril



A história de Alice no País das Maravilhas descreve as aventuras de uma menina de sete anos que, adormecendo num campo, sonha que mergulha numa toca de coelho. Caindo através das entranhas da terra, chega a um átrio em que parece demasiado grande, mas depois de beber uma poção, torna-se incrivelmente pequena. Entrando no País das Maravilhas, Alice conhece criaturas deveras estranhas como o Gato Que Ri, o Chapeleiro Louco, o Coelho sempre atrasado, os gémeos e Suas Majestades Reais, o Rei e a Rainha de Copas, esta última sempre muito mal-humorada e com vontade de mandar cortar cabeças...
Com estreia recente no cinema, este livro parece-nos uma excelente escolha para as leituras de Páscoa!

terça-feira, 30 de março de 2010

Livro do Mês - Março

Escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez, este livro conta a história de uma adolescente chamada Joana que perdeu a sua melhor amiga, Marta, morta por overdose.
Este livro assume a tipologia de um diário, uma vez que é composto por cartas que Joana escreve a uma amiga que já morreu. Conta-lhe todos os acontecimentos do seu dia-a-dia. No meio do quarto de Joana há uma lua, suspensa do tecto por uma corrente, um baloiço imaginado e construído só para ela. Quando quer pensar, Joana coloca o baloiço em posição de quarto crescente e, quando está triste, roda-o para a posição de quarto minguante, ali se sentando até que a tristeza lhe passe...
Joana é uma excelente aluna, reconhecida por todos e acarinhada pelos professores e amigos, mas sente imenso a falta da sua melhor amiga. No decorrer desta história, Joana tenta agir com normalidade, apoiando-se na sua avó Ju, que passa a ser a sua única conselheira. Com a morte da sua avó, Joana acaba por querer experimentar a droga, que lhe roubou a sua melhor amiga e... morre também!
Este livro age não só como alerta ao jovem leitor, mas também aos pais desatentos, como os de Joana, que por pensarem que a filha é uma jovem responsável, tratam-na como uma pessoa adulta, pensando que não necessitam de preocupar-se muito com ela e que podem concentrar-se na sua própria vida: o pai, médico prestigiado, passa a maior parte do tempo fora de casa, desvinculado da família, estando raramente em casa; a mãe, dona de um pronto-a-vestir, vive procupadíssima apenas com o "Pré-histórico", o irmão de Joana que não se veste como um jovem da sua idade e tem sempre o quarto em estado caótico...
Este livro mostra-nos uma realidade dos dias de hoje, a droga, e o grande flagelo que esta constitui para todos: os que a ela sucumbem e os que por ela são tocados, incluindo todas as pessoas circundantes...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Livro do Mês - Fevereiro

Morta no campo de concentração de Bergen - Belsen em 1945, Anne Frank é uma das figuras trágicas do séc. XX. O seu diário, publicado em 1947 e traduzido em mais de 60 línguas, converteu-se num dos livros mais lidos do planeta e continua, actualmente, a ser procurado por crianças e adultos em todo o mundo. Em «Mouschi, o gato de Anne Frank», José Jorge Letria presta a sua homenagem a esta adolescente que queria ser jornalista e escritora, recontando a sua história através de Mouschi, o gato que viveu com ela no anexo de Amsterdão, onde esteve escondida com a família entre 1942 e 1944. Pela mão do escritor, Anne Frank revive, desta forma, no relato imaginário, mas rigorosamente factual, de um gato que ganhou o direito de se converter em personagem literária, daquelas que vêm para ficar.
«Se eu soubesse chorar, mesmo transformado em personagem deste livrinho de memórias, teria sempre duas lágrimas guardadas: uma para Anne e outra para o meu amor por ela. Quem matou esta menina merece ser castigado eternamente por todas as estrelas que há no céu» (pp.44). Este é o último desabafo de Mouschi, o gato de Anne Frank, a menina que representará sempre aqueles que, de modo trágico e cruel, perderam as suas vidas durante o holocausto nazi.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O livro do mês - Janeiro







Bruno, o protagonista da história, é uma criança de nove anos. O seu pai, um alto dignitário nazi, é o comandante do campo de concentração de Auschwitz durante a ocupação alemã da Polónia. Um dia a família troca a casa de Berlim por outra «num lugar vazio e desolado onde não se viam outras casas por perto, o que significava que não havia outras famílias, nem rapazes para brincar».
Uma vez instalado em Auschwitz sem a companhia dos amigos Karl, Daniel e Martin, o que Bruno observa da janela do seu quarto deixa-o confuso: vê uma vedação e, para lá dela, centenas de pessoas com pijamas listrados: «Havia rapazes, pequenos e grandes, e também pais e avós. Se calhar, alguns tios também. E pessoas daquelas que vivem sozinhas por aí e que parecem não ter família». Decididamente, Bruno não percebe. Menos ainda quando o pai lhe diz que «Essas pessoas... bem, nem sequer são pessoas (...) no modo em que nós entendemos o termo». Nessa altura ocorreu-lhe que não sabia o que o pai fazia. Desconfia que seja importante, senão o Fúria - precisamente Adolf Hitler - não teria jantado em casa deles.
Um dia Bruno vai até à vedação e encontra Shmuel, o rapazinho judeu de quem se torna amigo. Ao longo de vários encontros, Shmuel fala de coisas aparentemente ilógicas, como o inesperado desaparecimento do pai... Do lado de cá, Bruno, cada vez mais desorientado com uma sucessão de revelações inquietantes, tenta perceber o que escondem as meias - verdades do seu quotidiano...